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25 de Novembro de 2009

CNI diz que acordo com BID trará efeito concreto na inovação

Agência CNI

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro  Neto,  destacou  que o convênio de US$ 2,750 milhões que assinou  na  última  quinta-feira,  19  de novembro, com o representante do Banco  Interamericano  de  Desenvolvimento (BID) no Brasil, José Luis Lupo, para  ampliar  o  acesso  à  inovação  tecnológica  das  pequenas  e médias indústrias,  permitirá  que  as  instituições  envolvidas  atuem  de  forma articulada, trazendo resultados efetivos.
 
O acordo cria o projeto Fortalecimento de Sistemas Regionais de Inovação, que beneficiará, numa primeira fase, as pequenas e médias empresas de Minas Gerais, Santa Catarina, Paraíba e Alagoas, capacitando as indústrias a elaborarem projetos de captação de financiamento à inovação.
 
Os recursos do convênio não serão aplicados diretamente nas empresas, mas permitirão que identifiquem suas necessidades e desenvolvam a competência necessária para se financiarem na absorção de novas tecnologias, explica o gerente-executivo da Unidade de Cooperação Internacional da CNI, Renato Caporali.

As atividades serão desenvolvidas pela CNI em parceria com as federações de indústrias, o BID, a Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento (AECID), a  Agência  Brasileira  de  Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Organização  para  Cooperação  e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A ABDI e OCDE aportarão mais US$ 430 mil ao convênio, totalizando US$ 3,150 milhões.
 
O convênio permitirá intensificar a missão da CNI na inovação, que é absolutamente prioritária.  O futuro da indústria brasileira depende, em grande medida, dos ganhos de produtividade que irá obter com a inovação, enfatizou Monteiro Neto.
 
Para o representante do BID no Brasil, a importância do convênio não se mede pelos valores envolvidos. Nem sempre as operações do BID com grande volume de financiamento são as mais importantes. Esse convênio tem um significado especial, porque competitividade é essencial. As vantagens competitivas das empresas não são mais matérias-primas abundantes e mão-de-obra barata, mas conhecimento e tecnologia salientou José Luis Lupo.
 
Mais informações acesse; http://www.agenciacni.org.br/portal/main.jsp

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