
Com a finalidade de disseminar nas escolas do Município de Queimadas a educação ambiental, o SESI realizou durante a Ação Global, nas Escolas de Ensino Infantil e Fundamental Tertuliano Maciel e Professor José Miranda, Palestras sobre Educação Ambiental.
A realização das palestras teve o objetivo de proporcionar uma consciência ambiental sobre a preservação do planeta. O projeto foi realizado na segunda (17) e terça (18), nos turnos da manhã e tarde. Aproximadamente 700 crianças entre 3 a 15 anos, do ensino infantil I e II e do ensino fundamental assistiram às palestras ministradas pelos professores do CAT- Centro de Atividades João Rique Ferreira (Unidade Gestora da Ação Global 2010) em Campina Grande.
Para os participantes do ensino infantil foram ministrados Oficinas de Leituras que enforacam a mesma temática sobre o meio ambiente, nestas oficinas os participantes caracterizados com temas infantis, dramatizaram com as professoras. Já para as turmas de ensino fundamental, recursos como datashow expuseram imagens demonstrando a poluição nos rios, geleiras derretendo, animais sacrificados, entre outras. O recurso das imagens foi utilizado devido estas, serem melhores de administrar o conhecimento, expondo assim, os danos provocados pelo homem ao meio ambiente.
Segundo Taciane Cunha, professora de geografia do SESI “a experiência foi nova, gratificante e atende às prerrogativas da responsabilidade social do SESI; as crianças interagiram, entenderam e mostraram interesse em continuar esse trabalho de conscientização ambiental”.
Taciane ressaltou ainda sobre o aprendizado que vai ficar para os alunos depois da Ação Global. “Após as palestras, foram distribuídos coletores, para ser realizada a coleta seletiva nas escolas da cidade de Queimadas. O projeto deixa para os moradores e alunos da escola o legado da importância da coleta seletiva e os benefícios dessa ação para a vida da comunidade”.
No lançamento do dia “D” da Ação Global, que aconteceu na manhã deste sábado foi plantada na escola municipal Antônio Vital do Regô, uma muda de Ipê Amarelo, como símbolo do projeto na cidade.
Colaboração/Texto: Lucenir Maciel.